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ISSN :2764-5304

Busca por gravador de voz nos destroços do Airbus A350 continua

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Autoridades de segurança no transporte continuam a busca por um gravador de voz na fuselagem severamente queimada de uma aeronave da Japan Airlines, buscando informações sobre o que causou a colisão com uma pequena aeronave da guarda costeira na pista do Aeroporto de Haneda, em Tóquio.

Após a colisão de uma aeronave da Japan Airlines com uma aeronave da guarda costeira no Aeroporto de Haneda, as operações de busca e remoção dos destroços estão em andamento. A busca pelo gravador de voz na fuselagem queimada visa fornecer informações valiosas sobre as circunstâncias do incidente.

Máquinas pesadas continuam a remover os destroços do Airbus A350 queimado, enquanto as autoridades buscam o gravador de voz. O Ministro dos Transportes, Tetsuo Saito, mencionou que estão trabalhando para reabrir a pista na segunda-feira. A busca pelos destroços do Airbus A350 visa obter novos dados para completar o quebra cabeça deste grave acidente.

Apesar das especulações de que os controladores de tráfego aéreo não ter notado à presença da aeronave da guarda costeira na pista ao dar permissão para o pouso da aeronave da Japan Airlines, não pode ser alvo de julgamentos. Um acidente aéreo ocorre pela junção de diversos fatores contribuintes e basta tirar apenas um deles para evitar o acidente, logo não existe um fato isolado que é o “culpado” pelo evento e sim a soma de todos. O controle de tráfego aéreo criou uma nova posição para monitorar o movimento de aeronaves nas pistas, abordando possíveis preocupações sobre a atenção dada às aeronaves na pista.

Imagens de internet

Seis especialistas da Junta de Segurança de Transporte do Japão percorreram os destroços do Airbus A350-900, procurando o gravador de voz. A investigação visa esclarecer os eventos que levaram à colisão entre a aeronave da Japan Airlines e a da guarda costeira. Os dados de voo e de voz de ambas as aeronaves já foram recuperados para análise.

Imagens de câmeras de monitoramento mostram que a aeronave da guarda costeira entrou na pista e parou por cerca de 40 segundos antes da colisão. Relatos sugerem que os pequenos faróis da aeronave da guarda costeira e o breve período de parada podem ter contribuído para a visibilidade reduzida.

O incidente destaca a importância crítica da segurança aérea e do rigor na supervisão das operações nos aeroportos. A busca pelo gravador de voz e a análise dos dados serão fundamentais para entender as circunstâncias da colisão e implementar medidas preventivas no futuro. Vamos ficar acompanhando!

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